E Amadora -0-Porto-3
E Amadora players ratings
http://www.ojogo.pt/22-202/artigo577929.htm
O Estrela um a um
Auto-golo abriu "muralha", dando-se, depois, o descalabro
Paulo Lopes foi no naufrágio
Rui Duarte cometeu "traição" fatal
Tony e Tiago Gomes foram os mais abnegados
PEDRO MIGUEL SILVA
5 Paulo Lopes
O guardião estava no encalço do esférico quando Rui Duarte cometeu uma pequena traição, desviando-a da rota e em direcção… à baliza. Mais tarde, o guardião não fica isento de responsabilidades, ao deixar-se surpreender pela “bomba” desferida por Raúl Meireles. De resto, foi adiando, como pôde, o golo portista com intervenções valiosas a remates de Lisandro, Lucho (que viria a marcar), Hélder Postiga e Adriano.
5 Tony
Foi dos mais abnegados, o que até nem admira pois trata-se da sua imagem de marca. No entanto, nem tudo lhe correu de feição, dando algum espaço de manobra a Lisandro que até marcou mas em posição irregular. Após a entrada de Rui Duarte, o defesa subiu no terreno mas em má hora, pois já nesta fase o FC Porto dominava os acontecimentos…
3 Wescley
O brasileiro estreou-se ao lado de Carreira com nota razoável. Não impôs autoridade e cometeu um ou outro deslize, como aquele lance em que perdeu a bola para Adriano em zona proibida. Uma exibição algo nervosa e periclitante, fruto da natural falta de entrosamento com os colegas de sector.
4 Carreira
Funcionou como uma espécie de pronto-socorro, afastando muitas bolas para longe da sua área, mormente na etapa inicial. Bastante compenetrado e concentrado, a sua acção foi preponderante na manutenção do nulo até ao intervalo. Depois… aconteceu o descalabro.
4 Amoreirinha
Tarik causou-lhe alguns problemas mas o central, adaptado ao lado esquerdo, foi dando conta do recado. Sentiu-se, porém, mais desprotegido no segundo tempo, fase em que se acentuaram as dificuldades. Foi, aliás, pelo seu lado que viria a nascer o primeiro golo do jogo.
4 Luís Loureiro
Foi o elo de ligação entre a defesa e o ataque. Importante na manutenção da posse de bola e no lançamento dos ataques, arriscou também no remate frontal mas… mal.
5 Tiago Gomes
Revelou um espírito de luta e de entreajuda notáveis. Sacrificou-se em prol da equipa, desdobrou-se em várias acções e manteve Anderson sob vigilância, pormenores que lhe terão retirado predisposição para atacar com acutilância, sobretudo após a saída de Loureiro.
4 Marco Paulo
Batalhador por excelência, surgiu sobre a ala direita do meio-campo e tentou, como pôde, dar profundidade ao ataque. Contudo, o máximo que conseguiu foi escapar-se pelo corredor e, em vez de rematar às redes de Helton – por falta de ângulo e défice de velocidade -, preferiu endossar a bola a Cleiton, que não fez melhor.
3 Ndiaye
Bosingwa não lhe deu veleidades e Ndiaye não encontrou o antídoto para contornar os obstáculos. Só “apareceu” quando o FC Porto já vencia por 1-0, escapando-se ao seu marcador directo e rematando, na área, rente ao poste esquerdo da baliza de Helton.
4 Cleiton
Para quem tinha, por missão, de abrir brechas na muralha portista, ficou-se apenas pelas… intenções. Produziu pouco, raramente deu a profundidade que faltava ao ataque e limitou-se a efectuar um ou outro remate inconsequente.
3 Dário
A sua acção roçou a nulidade. É verdade que as bolas raramente lhe chegaram em condições mas quando as recebia correctamente, revelava-se presa fácil para os centrais azuis-e-brancos. De positivo, apenas o facto de ter sido o primeiro a arriscar o remate à baliza (39’) mas errou, na ocasião, o alvo.
2 Rui Duarte
Infeliz entrada em jogo do lateral-direito. Pouco depois de render Luís Loureiro, o defesa viria a cometer uma pequena “traição” fatal, quando, pressionado por Adriano, desviou a bola do encalço do guarda-redes e fez… golo. Há dias assim…
- Moses
Entrou na pior fase da sua equipa, pouco ou nada acrescentando de positivo ao ataque.
- Paulo Sérgio
Nada de significativo no pouco tempo em que esteve em campo.