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Liverpool + Maritimo
verde-rubro is
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 oh well another loss
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V. Setúbal, 1 - Marítimo, 0
Uma grande penalidade algo duvidosa assinalada pelo árbitro a menos de um quarto de hora do final da partida ditou a derrota do Marítimo em Setúbal, num jogo em que o equilíbrio foi a nota dominante, embora tenham pertencido aos verde-rubros os períodos de maior esclarecimento e iniciativa de jogo. Face à aludida equivalência de valores em confronto, pode-se dizer que a diferença de critério nas decisões de arbitragem acabaram por dar ao jogo um vencedor imerecido, isto porque em oposição ao «penalty» apontado contra o Marítimo ficou por marcar um castigo idêntico a favor dos verde-rubros, quando ainda na primeira parte Sandro impediu com o braço que um remate de Antoine fosse golo, ao que se junta um «off-side» escandalosamente marcado a Djalma quando este arrancava legal e isoladamente para a baliza setubalense…
De resto, este foi um jogo que «teve tudo» para acabar empatado. Se à partida era de prever esse equilíbrio atendendo às reconhecidas potencialidades de ambas as equipas, depois da bola começar a rolar veio a confirmação dessa tendência. As equipas encaixaram uma na outra, assim como que a se controlarem mutuamente, quiçá assumindo o respeito que despertavam de parte a parte. Por isso, o jogo foi essencialmente jogado no terreno compreendido entre as duas áreas, em função da boa capacidade de recuperação e de troca de bola patenteada por ambas as equipas, até como resultado do bom naipe de executantes que as compõem.
Assim, os 45m iniciais não ficaram marcados por grandes situações de perigo, isto se exceptuarmos um remate de Ricardo Chaves que levou a bola a embater na barra da baliza guardada por Marcos, bem como o tal lance em que só o braço de Sandro impediu que o disparo de Antoine acabasse nas redes de Eduardo. Durante este período de jogo ficou ainda evidente que era o Marítimo quem mais e melhor procurava caminhos para a área contrária, ao mesmo tempo que mostravam seu principal defeito ou limitação: uma baixa taxa de remates atendendo ao volume de jogo criado.
Na segunda parte o Marítimo intensificou os «ares» de equipa mais empreendedora em campo e aproximou-se ainda mais da baliza sadina, embora recorrendo algumas vezes ao jogo aéreo, quando não tinha lá na frente ninguém talhado para se bater com Auri e Robson, pelo menos até à altura em que Baba foi chamado à equipa em detrimento de Kanu. Aliás, os bons ataques verde-rubros foram só aqueles em que a equipa fez «o seu jogo», ou seja em futebol apoiado e aproveitando a rapidez e virtuosismo dos seus elementos. Numa dessa jogadas a excelente e veloz transposição defesa/ataque gizada pelos maritimistas foi «cortada» de forma incompetente pelo auxiliar Alfredo Braga, o qual acabou por coarctar a Djalma a oportunidade de se isolar perante Eduardo e, muito provavelmente, fazer o Marítimo se adiantar no marcador.
Depois, quando o jogo estava emanando aquela sensação de que o empate iria persistir, ou então que acabaria por ser o Marítimo a tirar partido do melhor futebol que exibia, eis que num lance de insistência do ataque setubalense Bruno disputa a bola com Bruno Severino de tal maneira que este caí na área e o arbitro entende que de modo a justificar uma grande penalidade. Faltavam cerca de treze minutos para o final e Pitbull acabou por concretizar o castigo «in extremis», já que Marcos se lançou felino para a bola, tocando-a ainda mas de forma insuficiente para impedir o golo.
Depois, o Marítimo ainda acreditou e tentou pelo menos restabelecer a igualdade, mas o V. Setúbal lá foi mantendo a bola o mais possível longe da sua área com a ajuda do seu entusiástico púbico, o qual não ganhou para o susto quando já no derradeiro minuto de compensação Marcinho obrigou Eduardo à defesa da noite, espalmando com espectacularidade e junto ao ângulo um remate forte desferido de fora de área pelo nº 28 do Marítimo. Foi a defesa que garantiu a lisonjeira vitória dos setubalenses, perante um Marítimo que pelo que jogou merecia ter conquistado pelo menos um ponto.
Perante uma arbitragem modesta de Paulo Pereira, que para além dos lances já referidos deu, diversas vezes, razão àqueles que discordaram da sua nomeação para um jogo desta importância, as equipas alinharam:
Marítimo: Marcos; Ricardo Esteves, Ediglê, Antoine e Evaldo; Olberdam; Djalma, Bruno, Márcio Mossoró (Marcinho, 84m) e Fábio Felício (João Luiz, 78m); Kanu (Baba, 77m).
V. Setúbal: Eduardo; Janicio, Auri, Robson e Jorginho; Elias (Filipe, 88m), Sandro e Ricardo Chaves; Kim (Leandro, 45m), Pitbull e Bruno Gama (Bruno Severino, 60m).
Golo – Pitbull (77m gp)
Disciplina – Cartões amarelos para Kanu, Bruno e Marcinho do Marítimo e para Sandro do V. Setúbal.
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Heroes of the sea, noble race,
Valiant and immortal nation,
Now is the hour to raise up on high once more
Portugal's splendour.
From out of the mists of memory,
Oh Homeland, we hear the voices
Of your great forefathers
That shall lead you on to victory!
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